Minicursos

ATENÇÃO: Cada participante pode se inscrever em um minicurso no dia 14/09 e outro no dia 15/09.

MC 01: Interdisciplinaridade da Espectrofotometria - 14/09 - 8h às 12h - Sala 127 Bloco A

Ministrante: Natália Deus-de-Oliveira Crespo; Luciana Belarmindo da Silva

Resumo

Observa-se um momento de reformulação na escola e no modelo de ensino. Existe, portanto a necessidade de um ensino interdisciplinar em oposição ao ensino por disciplina. Por muitas vezes, esta tentativa torna-se mais ideologia que efetividade devido a muitos obstáculos encontrados. Além do desenvolvimento de novos saberes, a interdisciplinaridade na educação favorece novas formas de aproximação da realidade social e novas leituras das dimensões socioculturais das comunidades humanas. Desta forma, o desenvolvimento de temas que incluam conceitos que ultrapassem o limite de disciplinas torna-se imprescindível. Dentre os empecilhos da efetiva inserção da interdisciplinaridade no ensino por parte dos professores está a sua formação. Os atuais educadores tiveram uma formação compartimentalizada e, agora lhes é exigido integrar os diversos conhecimentos a fim de uma aprendizagem mais significativa de seus alunos, o que requer um grande esforço. Por isso, se faz importante trabalhar temas com abordagem interdisciplinar, quer seja para atualização de profissionais quer seja ainda na formação dos futuros educadores. Neste sentido, esse minicurso trabalhará o tema espectrometria que, para ser compreendido requer a relação entre conceitos de Física, Química, Biologia e Matemática. O objetivo central deste minicurso é apresentar e vivenciar uma temática, dentre outras, que pode ser explorada para o ensino/formação de professores mais reflexivos e com uma atuação integradora. Este minicurso será apresentado ao público com introdução teórica e atividade experimental relacionados a esta temática, trabalhadas numa perspectiva interdisciplinar e investigativa. Os participantes coletarão dados, interpretarão e discutirão os resultados obtidos. Espera-se com este minicurso abranger diversos conceitos através da temática da espectrometria  com análise, reflexão e consolidação dos conhecimentos.

Palavras-Chave: Ensino experimental. Luz. Interdisciplinaridade.

Número de vagas: 26

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MC 02: Princípios de comunicação não violenta e mediação de conflitos - 14/09 - 08h às 12h - Sala 128 Bloco A

Ministrante: Tatiana Almeida Machado

Resumo

Partindo-se da premissa que a comunicação é meio para troca de informações nas mais diversas comunidades humanas e que em se tratando de comunidades, onde há mais de um interesse, aliado ou não a uma comunicação ineficiente, pode-se deflagrar conflito; tornar a comunicação mais eficiente e lidar com situações conflituosas são imprescindíveis para viabilizar sociedades mais equilibradas. Considera-se sociedade neste contexto qualquer coletividade humana, considerando as mais distintas escalas: desde a escala familiar, escolar, distrital e até mesmo de um país. Desta maneira, este minicurso objetiva abordar de forma teórica e prática os princípios da comunicação não violenta e técnicas utilizadas na mediação de conflitos. Basicamente, pode-se dizer que a mediação de conflitos é uma forma de lidar com uma situação aparentemente incompatível, por meio da qual um terceiro (o mediador ou a mediadora) ajuda as pessoas a se comunicarem melhor, a negociarem e, se possível, a chegarem a um acordo. Sobre a comunicação não violenta, vale ressaltar seu princípio-chave que é a capacidade de se expressar sem usar julgamentos de "bom" ou "mau", do que está certo ou errado, dando ênfase em expressar sentimentos e necessidades, em vez de críticas ou juízos de valor. Aliando-se estas duas ferramentas, reduz-se desgastes nas relações interpessoais dos indivíduos pertencentes à certa comunidade, como também potencializa as ações coletivas consensuais.

Palavras-Chave: Comunicação eficiente. Mediação de conflitos. Comunidades.

Número de vagas: 40

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MC 03: Experimentos básicos de Física Moderna e de Óptica - 14/09 - 8h às 12h - Salas 215 Bloco A

Ministrante: José Luís Boldo; Wander Ney Gomes

Resumo

Atualmente já é um consenso, dentre muitos professores e pesquisadores, que aulas de física, limitadas à exposição teórica de determinados assuntos, dificulta o processo de construção do conhecimento, pois a disciplina torna-se abstrata e desvinculada da realidade dos alunos. Neste sentido, acredita-se que a inserção de atividades experimentais no ensino de física seja de crucial importância no que se refere à eficácia na construção do conhecimento de modo agradável, tendo em vista que esta metodologia realiza uma conexão direta entre os conceitos físicos e o mundo em que vivemos. Assim, o propósito deste minicurso é destacar a importância da realização de experimentos em aulas de física, bem como incentivar professores e alunos de licenciatura (futuros professores) a levarem em consideração tais apontamentos para o enriquecimento de suas aulas.

Palavras-Chave: Educação. Licenciatura. Física moderna. Óptica.

Número de vagas: 40

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MC 04: Jogos Cooperativos - 14/09 - 8h às 12h - Quadra

Ministrante: Anete Ribeiro da Gama

Resumo

Os jogos cooperativos são jogos e atividades onde os participantes unem esforços para superar desafios e atingir um objetivo comum. Joga-se com o outro, não contra o outro. Embora a humanidade tenha desenvolvido celebrações e atividades cooperativas há milhares de anos, os jogos cooperativos foram sistematizados por Ted Lentz, na década de 1950, nos Estados Unidos. A ênfase está na participação, no prazer de jogar e na aceitação de todos. Torna-se, então, um contraponto a práticas excludentes e reducionistas que ainda prevalecem na educação física escolar onde, frequentemente, os mais habilidosos participam e boa parte da turma tenta se esquivar e somente observar. Os jogos cooperativos podem colaborar para aumentar a participação dos alunos nas aulas de educação física. Podem contribuir, também, para o desenvolvimento da capacidade de trabalhar em equipe e respeitar a diversidade. Considerando que os maiores problemas da sociedade demandam soluções com ações coletivas, trabalhar cooperativamente é uma grande demanda da educação. Os jogos cooperativos são também utilizados em empresas, visando melhoria nas relações interpessoais no ambiente de trabalho. No minicurso Jogos Cooperativos, têm-se por objetivo discutir a competição e a cooperação nas práticas corporais na educação física escolar, apresentar as principais características dos jogos cooperativos, em seus diferentes tipos, discutir sua aplicabilidade em escolas e empresas e vivenciar experiências de cooperação. A metodologia utilizada será exposição oral e aulas práticas. Espera-se que os participantes aprendam a adaptar jogos já conhecidos, tornando-os mais cooperativos e desenvolvam (conheçam e elaborem criativamente) opções de atividades físicas onde todos os alunos possam participar com prazer.

Palavras-Chave: Cooperação. Educação Física Escolar. Trabalho em equipe.

 

Número de vagas: 40

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MC 05: Educação Física no IFFluminense Campus Campos Guarus: uma proposta para o Ensino Médio - 14/09 - 8h às 12h - Sala 130 Bloco A

Ministrante: Victor Hugo Pereira Franco

Resumo

A Educação Física é um componente curricular obrigatório, a partir da LDBEN, a todos os alunos da Educação Básica. Porém, ela, assim como os demais componentes curriculares, precisa ser significativa para continuar a fazer parte do extenso rol de componentes curriculares da Educação Básica. Para isso, é fundamental que os professores de Educação Física desenvolvam, ao longo de toda a Educação Básica, estando de acordo com a idade dos estudantes, conteúdos que oportunizem aos alunos a possibilidade de vivenciar as diversas práticas corporais para que os objetivos pedagógicos de cada etapa de ensino sejam alcançados. Sendo assim, o projeto pedagógico da Educação Física do IFFluminense Campus Campos Guarus busca garantir a vivência dos seus principais conteúdos (esportes, ginásticas, danças, lutas e jogos populares) sempre propondo estabelecer relações individuais e sociais, sempre tendo como pano de fundo o Humano por inteiro em movimento. Nesse minicurso será apresentada a metodologia adotada nesse campus, fazendo uma ampla abordagem sobre a Educação Física no Ensino Médio.

Palavras-Chave: Educação Física. Ensino Médio. Educação Tecnológica.

Número de vagas: 39

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MC 06: Representação da natureza com auxílio das geotecnologias: o caso das bacias de drenagem - 14/09 - 8h às 12h - Sala 206 Bloco A

Ministrante: José Maria Ribeiro Miro; Leidiana Alonso Alves; Carolina de Almeida Santos Cidade

Resumo

Bacias de drenagem podem ser entendidas como um Geossistema, classificadas em conjunto ou subdivididas por critérios geomorfológicos estabelecidos através da análise da paisagem. Para isso, há diversos métodos para cartografá-las, o que possibilita estudá-las em escalas de análises apropriadas. De modo tradicional, a delimitação manual de bacias de drenagem é realizada por meio de cartas topográficas analógicas (em papel). Porém, com o avanço das modernas ferramentas geotecnológicas, ele está sendo substituído por processos automatizados. Os parâmetros hidrológicos extraídos de dados interferométricos (Modelos Digitais de Elevação – MDE) mostram-se aprimorados e compatíveis com aqueles obtidos de maneira manual, que demandam maior tempo de processamento e apresentam menor detalhamento de configuração. O MDE proporciona boa correlação entre a declividade e a área de contribuição dos corpos hídricos, exibindo os pontos de inflexão que marcam o início da captação fluvial, de modo que se podem obter resultados satisfatórios da rede de drenagem. Desta forma, objetiva-se apresentar noções práticas indispensáveis para representar as bacias de drenagem cartograficamente. O embasamento teórico-metodológico pautou-se no método da Análise Ambiental, pois considera as inter-relações entre os elementos dispostos na paisagem e possibilita a articulação de escalas. Os objetivos do minicurso são: a) Apresentação teórico-conceitual de temas referentes à Geomorfologia Fluvial; b) Demonstração do MDE para delimitação de bacias de drenagem em relevos diversos; c) Analisar a morfometria do relevo da bacia delimitada. Espera-se, ao término, que os participantes compreendam os processos necessários para delimitar uma bacia de drenagem e os problemas de representação dos sistemas hídricos nas serras, montanhas e planícies através de ferramentas automáticas.

Palavras-Chave: Educação geomorfologia fluvial. Delimitação de bacias. Análise ambiental.

Número de vagas: 26

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MC 07: Análises qualitativas e o método da Percepção Ambiental na pesquisa em Comunidades Tradicionais - 14/09 - 8h às 12h - Sala 208 Bloco A

Ministrante: José Maria Ribeiro Miro; Raquel da Silva Paes; Mirian Viana Alves

Resumo

O método da Percepção Ambiental considera os elos afetivos entre as pessoas e o lugar onde vivem. Ele parte da ideia que os humanos estão limitados a ver as “coisas” de maneira única; que a percepção é a resposta dos sentidos aos estímulos externos; que suas “atitudes” são posições que tomam culturalmente; e que a “visão de mundo” é um sistema objetivo de valores. A partir dele, pesquisa survey é utilizada na obtenção de dados sobre características, ações e opiniões de grupos de pessoas, principalmente quando o interesse é produzir descrições quantitativas de uma população ou responder questões do tipo “como e por que tal fato acontece?”. Ela pode ser explanatória, exploratória ou descritiva, mas é fundamental que o “entrevistado” seja representante do grupo que está sendo investigado. Considera-se que nenhuma amostra representa perfeitamente o universo da comunidade estudada. Por isso, utilizam critérios probabilísticos (sorteio) e não probabilísticos (conveniência, cotas, bola de neve etc.) para determiná-la. Já nas pesquisas qualitativas é necessário estabelecer relação direta com a comunidade, através de Trabalhos de Campo e inferências elaboradas em procedimentos pré-campo. A partir disso, podem-se definir os critérios de representação da comunidade, como: sua organização enquanto grupo; a legitimidade das relações dos atores entre si; e do grupo com a natureza. Dessa forma, os entrevistados podem expressar seus sentimentos, fazer críticas, dar opiniões e sugestões. E o pesquisador, traduzir os dados em informações, classificação e análise. Além disso, os dados obtidos devem ser apresentados através de ferramental estatístico adequado para que as informações tenham validade científica. O objetivo do minicurso é apresentar noções básicas à coleta de dados e diagnósticos ambientais em Comunidades Tradicionais. Espera-se que, ao término, os participantes sejam capazes de coletar e tratar dados em comunidades tradicionais.

Palavras-Chave: Representação de Comunidades. Survey. Questionários.

Número de vagas: 26

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MC 08: Geografia se aprende com movimentos: experiências nas escolas públicas de Macaé e de São João de Meriti - RJ - 14/09 - 8h às 12h - Sala 210 Bloco A

Ministrante: David dos Santos da Conceição; Sergio Vieira da Silva

Resumo

A oficina parte da visão interdisciplinar que inclui o pressuposto da linguagem cartográfica, a questão da autonomia e da liberdade, do fazer/pensar como instrumento da transformação nas relações de dominação que subjugam as classes populares. Historicamente a educação brasileira caracterizou-se pela desigualdade social como resultado da dualidade estrutural de nossa sociedade. Como consequência, temos o isolamento dos saberes através da disciplinarização das áreas do conhecimento. Esta não articulação entre os saberes produz estudos desconexos e pouco relevantes em termos práticos. Concomitantemente, a sociedade reforça os modismos, a informação de massa e os valores ligados ao consumismo. A diminuição da autonomia, como exercício da liberdade, da cidadania e da democracia é o produto. Neste sentido, a oficina foi pensada com vistas à elaboração de práticas que apontem caminhos possíveis na construção de saberes que fujam da subordinação de ideias, a partir de experiências vivenciadas em sala de aula nas escolas públicas de dois municípios diferentes. Caminhos que possam romper com o imobilismo e contribuam para aquilo que todos temos que é a capacidade de pensar, criar, inovar, descobrir, transformando a curiosidade ingênua em curiosidade epistemológica. O projeto nas escolas consistiu em promover a construções de saberes através de situações concretas de ensino-aprendizagem em geografia que levassem os alunos a refletir sobre o que estão fazendo e estudando, considerando que se destina a trabalhar de forma prática o uso de diferentes ferramentas como a cartografia, o vídeo, aulas-passeio e a música. Acreditamos assim que, podemos realizar em nossa tarefa cotidiana, problematizações de maneira crítica e contribuir para uma sociedade mais justa, mais digna e mais humana.  

Palavras-Chave: Autonomia. Saber. Liberdade.

Número de vagas: 32

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MC 09: Diga-me qual é a concepção de linguagem que você abraça e saberei o professor de português que você é - 14/09 - 8h às 12h - Sala 5 Colinco

Ministrante: Ana Lúcia Monteiro Ramalho Poltronieri Martins

Resumo

O objetivo principal é discutir a relação que há entre a concepção de linguagem que o professor abraça em sala de aula, seja inconsciente, seja conscientemente, e a sua postura diante de atividades ligadas ao ensino de gramática, leitura e de produção de texto, que compõem a base curricular dos Ensinos Fundamental e Médio. Nesse sentido, parte-se do princípio de que a linguagem é uma atividade constitutiva, ou seja, uma forma de ação por meio da qual professores e alunos concretizam suas vivências históricas e socioculturais, sob condições de produção específicas. Apesar desse aparato teórico, o professor de língua portuguesa ainda vê a língua como um sistema estanque, homogêneo e sem funcionalidade, visto que ainda se estuda a língua em uma abordagem prescritiva, considerando-se apenas o que é aceitável, sob a ótica da norma padrão, e rejeitando uma abordagem produtiva, na qual os alunos e os professores se veem como sujeitos dos processos de reflexão e de conhecimento linguísticos. Para alguns estudiosos, essa rejeição à abordagem produtiva se deve à dificuldade de operacionalizar a análise linguístico-textual em sala de aula, sob diferentes conteúdos. Para tornar mais clara essa perspectiva, trabalhar-se-ão, no minicurso, estratégias que relacionem a teoria à prática.

Palavras-Chave: Concepção de linguagem. Aula de português. Sociointeracionismo.

Número de vagas: 40

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MC 10: Mapeando a Língua da baixada Goitacá - 14/09 - 8h às 12h - Sala 206 Bloco F

Ministrante: Vania Cristina Alexandrino Bernardo; Adriana Cleusa de Miranda

Resumo

Estudo geolinguístico de cinco distritos do município de Campos dos Goytacazes, situado no estado do Rio de Janeiro, os quais compõem a Baixada Goitacá também conhecida como Baixada Campista, a saber: Goitacazes, São Sebastião, Mussurepe, Tocos e Santo Amaro. A pesquisa, de fundamentação sociolinguística segue os preceitos da nova Dialetologia e da Geolinguística Multidimensional, visando, também aos aspectos sociais e políticos que traçam o perfil do léxico regional. Para ensejar o estudo, a cartografia da Baixada será introduzida por um panorama histórico diante do qual possa ser estabelecida uma conexão diageracional com o atual estado do português brasileiro falado por esses campistas. Será feita a apresentação dos Inquéritos linguísticos cujos dados foram tabelados obedecendo aos quesitos que norteiam os objetivos específicos caracterizados pelos aspectos: fonético-fonológico, morfossintático, léxico-semântico e pragmático-discursivo. Apresentar-se-ão os resultados parciais da pesquisa seguidos de uma discussão sobre a valorização positiva e/ou preconceito da cartografia linguística que se delineia a partir do recorte topográfico delimitado no mapeamento. Pretendem-se discutir não só os aspectos linguísticos socioculturais, mas também a importância desse registro para a memória linguística da Baixada Goitacá. O trabalho em tela se alia ao projeto de construção do Atlas Linguístico do Brasil (ALiB), em plena fase de construção, tendo sido publicados os dois primeiros volumes, em 2014.

Palavras-Chave: Geolinguística. Baixada goitacá. Memória.

 

Número de vagas: 20

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MC 11: Elementos de Matemática Financeira - 14/09 - 8h às 12h - Sala 204 Bloco F

Ministrante: Carla Antunes Fontes

Resumo

Noções de Matemática Financeira são imprescindíveis para o adequado exercício da cidadania. O controle do orçamento é fundamental, seja no âmbito doméstico ou empresarial. Uma previsão de gastos minuciosa pode alavancar um negócio, enquanto sua confecção inadequada, sem levar em consideração itens importantes à composição, pode levar um empreendimento à falência. Alunos egressos da Educação Básica deveriam estar preparados para resolver situações financeiras que aparecessem em seu dia-a-dia. Porém, para isso os professores precisam estar aptos a abordar o conteúdo de Matemática Financeira de forma prática e eficaz. A formação dos professores em muitas instituições deixa a desejar, pelo fato deste conteúdo não fazer parte da grade curricular da maioria dos cursos de Licenciatura em Matemática. Neste minicurso será adotada a abordagem visual para apresentar o cálculo de valores gerados por juros compostos, bem como sua comparação com aqueles gerados por juros simples. As expressões algébricas serão desenvolvidas a partir dos conceitos de progressão aritmética (em juros simples) e progressão geométrica (no caso de juros compostos). Também serão comentados aspectos ligados ao cálculo dos vários índices de inflação (INPC, IPCA) e ao funcionamento de bolsas de valores. Explicar-se-á ainda alguns jargões próprios da Matemática Financeira, como a diferença entre taxa e índice, taxa nominal e efetiva, receita, custo, montante, lucro sobre venda e lucro sobre custo. Pretende-se orientar sobre o uso da calculadora científica ao longo de todo o minicurso, por meio da resolução conjunta de questões propostas. Todas as questões serão contextualizadas e versarão sobre situações variadas, desde o cálculo de prestações até “anúncios enganosos”, passando pelos erros mais comuns em Matemática Financeira.

Palavras-Chave: Matemática Financeira. Juros. Inflação.

ATENÇÃO: Os participantes deverão trazer calculadora, lápis e borracha.

Número de vagas: 40

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MC 12: Matemática dinâmica: criação e disponibilização de applets GeoGebra - 14/09 - 8h às 12h - Sala 201 Bloco F

Ministrante: Larissa de Sousa Moreira; Gilmara Teixeira Barcelos; Silvia Cristina Freitas Batista

Resumo

O GeoGebra é um software que permite o estudo de Geometria, Álgebra e Cálculo, apresentando características de um CAS (Computer Algebra System). É um programa livre, gratuito, multiplataforma, disponível em português, que permite o trabalho com Matemática Dinâmica. Considera-se Matemática Dinâmica uma extensão do conceito de Geometria Dinâmica, que possibilita a análise de situações diversas nas quais algumas propriedades são preservadas, mesmo com a alteração de determinados elementos. Construções elaboradas no GeoGebra podem ser transformadas em aplicações interativas em linguagem HTML5 chamadas applets GeoGebra. Na aprendizagem matemática, o uso desses applets pode contribuir para a experimentação, investigação e elaboração de conjecturas sobre diversos conceitos. Assim, é de suma importância que o professor de Matemática em formação aprenda a criar tais recursos. Nesse contexto, este minicurso tem por objetivo apresentar ferramentas para a elaboração de applets GeoGebra e para a disponibilização de materiais no site oficial do software. As principais ferramentas para a elaboração de applets GeoGebra apresentadas serão: controle deslizante, caixa de seleção, ferramentas de texto e condição para exibir objeto. Para experimentar tais ferramentas, optou-se por não se limitar a um único tema, uma vez que o GeoGebra é um software de Matemática Dinâmica. Assim, serão elaboradas construções que envolvem tópicos de Geometria, Álgebra e Cálculo. Para a disponibilização dos applets, a página oficial do software será explorada e as ferramentas de edição on-line serão testadas. Além disso, serão apresentadas as ferramentas para a criação e a utilização de grupos de usuários. O GeoGebra será utilizado em computadores e as orientações de uso das ferramentas serão disponibilizadas por meio de uma apostila. Espera-se que ao final do minicurso, os participantes sejam capazes de elaborar seus próprios applets e de disponibilizá-los no site oficial do software, além de dominar as ferramentas de edição on-line e as de grupos de discussão.

Palavras-Chave: GeoGebra. Applets. Matemática Dinâmica.

ATENÇÃO: Este minicurso tem como pré-requisito conhecimentos básicos do GeoGebra.

Número de vagas: 26

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MC 13: Registros de Representações Semióticas no estudo de Polinômios: uma análise da conversão usando aplicativos em tablets - 14/09 - 08h às 12h - Sala 222 Bloco A

Ministrante: Ana Mary Fonseca Barreto de Almeida; Gilmara Teixeira Barcelos Peixoto

Resumo

Algumas dificuldades que os alunos vivenciam na Matemática ocorrem pela ausência da conversão entre registros de representação semiótica. Em particular, no estudo de Polinômios é privilegiado o registro algébrico em relação aos registros numérico e gráfico. Considera-se, portanto, fundamental a reflexão e o entendimento a respeito da influência da conversão entre registros de representação semiótica no processo de ensino e aprendizagem da Matemática, em especial, no estudo de polinômios. Nessa perspectiva, o minicurso tem por objetivo experimentar um conjunto de atividades que propiciem a análise da conversão entre o registro gráfico e o registro algébrico e vice-versa no processo de ensino e aprendizagem de polinômios. Ciente de que o significado do saber matemático escolar é fortemente influenciado pela forma didática pela qual o conteúdo lhe é apresentado, apresenta-se, neste minicurso, uma sequência didática que contém atividades investigativas que utilizam o aplicativo para tablets, denominado xGraphing. Esse minicurso é resultado de uma pesquisa em que a experimentação da sequência didática ocorreu em quatro momentos, nos meses de novembro e dezembro de 2014, com alunos do 3.º ano do Ensino Médio de uma escola pública do município de Campos dos Goytacazes, que já tinham estudado o tema Polinômios. A pesquisa foi de caráter qualitativo por meio da metodologia de pesquisa denominado Engenharia Didática. A análise de todos os dados sinalizou que o uso do plotador gráfico xGraphing contribuiu de forma significativa para a compreensão do comportamento gráfico das funções polinomiais, acelerou os tratamentos e permitiu um potencial de manipulações, propiciando uma aprendizagem heurística. A conversão entre os registros algébricos e gráficos e vice-versa, por meio da sequência didática, influenciou positivamente a aprendizagem de Polinômios.

Palavras-Chave: Polinômios. Registro de Representação Semiótica. Tecnologia Digital.

Número de vagas: 26

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MC 14: Possibilidades das performances afrobrasileiras e o ensino do teatro para a aplicação da lei 10.639 - 14/09 - 8h às 12h - Sala 201 Laboratório Cenacam

Ministrante: Alissan Maria da Silva

Resumo

De acordo com a lei 10.639/03, os conteúdos referentes à História e Cultura Afrobrasileira serão ministrados em todo o conteúdo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística, de Literatura e História Brasileira. Tendo em vista seus 12 anos – seguidos pelos 7 anos da lei 11.645/08, que adicionou  o ensino da história e culturas dos povos indígenas -  urge a necessidade do docente-artista ter a consciência da importância do seu papel como articulador de experiências que promovam a construção destes conhecimentos, bem como o combate aos racismos e intolerâncias. Este minicurso propõe estimular a reflexão do educador sobre a importância do ensino da arte – em nosso caso, mais especificamente o teatro -  no conhecer e compreender formas artísticas afrobrasileiras e suas lógicas não eurocêntricas de pensamento e estruturação, bem como incentivar que estes educadores busquem formas de experimentação destes elementos para si e para seus alunos no trabalho com as artes cênicas.O foco são os professores das linguagens artísticas, sobretudo aqueles que trabalham com as linguagens cênicas. Entretanto, não estão excluídos professores de outras áreas de conhecimento que desejem experimentar esta proposta como ampliação de suas vivências em relação à temática.

Palavras-Chave: Cultura afro-brasileira. Linguagens cênicas. Ensino. Racismo.

 

Número de vagas: 26

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MC 15: Cidadania Cultural: Conhecendo os Direitos Culturais - 14/09 - 8h às 12h - Multimídia 2

Ministrante: Kátia Macabu de Sousa Soares

Resumo

Tomando por base que “todo homem tem o direito de participar livremente da vida cultural da sua comunidade” (Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948, Art. 27) e a observação do comportamento da sociedade brasileira no que concerne a participar e se apropriar da política cultural, se propõe uma analogia com a realização de uma peça teatral. A sociedade brasileira, de modo geral, tem atuado como plateia, receptora e passiva, diante das políticas culturais adotadas, permanecendo alheia às decisões a serem tomadas e ignorando suas oportunidades de participação ativa na vida cultural rica e diversa do país. A Cultura como direito é o tema deste minicurso. Os cidadãos devem ter o direito de intervir na definição de diretrizes culturais; nos orçamentos públicos e na formulação da política cultural. E devem ter a garantia do exercício pleno da cidadania cultural por meio do acesso à cultura e da produção cultural.

Palavras-Chave: Cidadania cultural. Direito à cultura. Participação.

Número de vagas: 39

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MC 16: Oficinas temáticas para o ensino de Ciências Naturais - 15/09 - 14h às 18h - Sala 225 Bloco A

Ministrante: Larissa Codeço Crespo; Rodrigo Garrett da Costa

Resumo

O minicurso “Oficinas temáticas para o ensino de Ciências Naturais” discutirá o planejamento e as potencialidades da metodologia de Oficinas Temáticas para a abordagem de conceitos químicos, físicos e biológicos para o ensino médio e fundamental, de forma contextualizada e interdisciplinar. Espera-se que o minicurso possa contribuir na formação de docentes e de licenciandos, desenvolvendo a capacidade crítica e a percepção das Ciências Naturais numa abordagem CTSA.

Palavras-Chave: Oficinas temáticas. Interdisciplinaridade. Ensino.

Número de vagas: 40

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MC 17: Construção de terrários como ferramenta para o ensino de Ciências/Biologia - 15/09 - 14h às 18h - Sala 204 Bloco F

Ministrante: Samara Santos da Silva; Sergiane Kellen Jacobsen Will

Resumo

O minicurso “Construção de terrários como ferramenta para o ensino de ciências” abordará como a construção de terrários deve ser realizada para que sejam utilizados como instrumento pedagógico para o ensino de ciências/biologia Espera-se que o minicurso auxilie para a formação de docentes e licenciandos, apresentando uma alternativa para que os assuntos de ecologia sejam trabalhados de forma mais significativa para o aluno.

Palavras-Chave: Terrários. Ensino. Ciências.

Número de vagas: 26

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MC 18: A Teoria da Aprendizagem Significativa (TAS) e seus desdobramentos na pesquisa em Ensino de Ciências - 15/09 - 14h às 18h - Sala 201 Bloco F

Ministrante: Renata Lacerda Caldas; Adriana Barreto

Resumo

Inicialmente, o minicurso abordará a teoria da aprendizagem significativa por meio da apresentação e discussão de princípios. Em seguida, será discutida a utilização dessa base teórica aplicado às pesquisas desenvolvidas no âmbito das licenciaturas, como os mapas conceituais, o Vê de Gowin e as Unidades de Ensino Potencialmente Significativas (UEPS). Será enfatizada no final do minicurso a elaboração de mapas conceituais e de UEPS.

Palavras-Chave: Aprendizagem significativa. Estratégias. Ensino.

Número de vagas: 40

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MC 19: Judô na escola - 15/09 - 14h às 18h - Quadra

Ministrante: Gabriela Conceição de Souza

Resumo

O judô é um luta corporal de contato físico com mais de cem anos de existência, desenvolvida no Japão por Jigoro Kano, considerado o pai da Educação Física japonesa, com a intenção de desenvolver o bem estar físico e mental de seus praticantes. Através do judô, seu idealizador pode expor aspectos da cultura japonesa que se perderam no processo de ocidentalização em seu país. Este esporte oferece em sua metodologia uma progressão pedagógica própria, onde as técnicas de fundamentos e de projeções são fragmentadas em partes, de maneira que, durante o processo de aprendizagem, o praticante executa de forma consciente cada gesto, oferecendo segurança e eficiência durante sua prática. Para além da luta, o judô está envolto de conceitos filosóficos que têm a intenção de promover o respeito, a prosperidade e benefícios mútuos seja durante os combates ou fora deles, por esta razão é uma das lutas mais praticadas no contexto escolar. O minicurso de judô na escola tem como objetivos descrever o desenvolvimento das lutas, desde a antiguidade até seu processo de esportivização ao final do século XIX e início do século XX; discutir o conteúdo de lutas nas escolas e suas principais aplicações práticas; desenvolver práticas pedagógicas acerca dos movimentos básicos do judô; discutir os conceitos biomecânicos dos movimentos do judô; e desenvolver os fundamentos de amortecimentos, as principais técnicas de projeção, técnicas de imobilização no solo e as principais regras do esporte. O minicurso será desenvolvido através de exposição oral e de aulas práticas. Ao final os participantes terão condições de desenvolver suas próprias aulas de lutas no contexto escolar.

Palavras-Chave: Judô. Lutas. Licenciatura.

Número de vagas: 50

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MC 20: Iniciação ao Badminton - 15/09 - 14h às 18h - Sala 121 Bloco A

Ministrante: André Gonçalves Dias

 

Resumo

Foi na Índia que o Badminton nasceu, com o nome de Poona. Oficiais ingleses a serviço neste país gostaram do jogo e levaram-no para a Europa. O "poona" passou a se chamar Badminton quando, na década de 1870, uma nova versão do esporte foi jogada na propriedade de Badminton, pertencente ao Duque de Beaufort's, em Gloucestershire, Inglaterra. Hoje o Badminton é praticado em mais de 130 países filiados à Federação Internacional de Badminton. O objetivo deste curso é colaborar na popularização desse esporte, que faz parte do programa olímpico desde 1992.

Palavras-Chave: Badminton. Olímpico.

Número de vagas: 50

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MC 21: Elementos de Sedimentologia para Análise Ambiental: diferenças dos processos nas planícies costeiras, de rios e lagos - 15/09 - 14h às 18h - Sala 128 Bloco A

Ministrante: José Maria Ribeiro Miro; Cleber de Jesus Santos; Luca Lämmle

Resumo

Através de análises dos sedimentos depositados nas planícies é possível compreender como os processos naturais modelam seu relevo, formam as paisagens e definem as consequências da sua alteração. As planícies, frequentemente, têm origem geológica recente e fisiografia plana. Nelas predominam os processos de sedimentação, quando comparados aos de erosão e transporte. Por serem áreas de acúmulo de materiais, é fértil à agricultura, o que favorece a ocupação humana quando estão próximas a rios, lagos e mares. Os depósitos naturais de sedimentos nas planícies de corpos hídricos criam formas específicas, que devem ser analisadas na escala do seu processo formador. O objetivo do minicurso é discutir as correlações existentes entre as características dos sedimentos depositados naturalmente em planícies de inundação e as mudanças que podem ocorrer após execução de obras de engenharia nos Sistemas Hídricos. Para isso, será apresentado o método de Análise Ambiental, por sua característica de integrar fenômenos espaciais. Espera-se que ao término os participantes sejam capazes de: 1) Reconhecer processos de Reologia, como abrasão, dissolução, rolamento, saltação, deslizamento, velocidade da corrente, forma, tamanho e composição dos sedimentos; 2) Identificar formas, processos em ambientes naturais sedimentares, como barras, diques marginais, pontais, bancos de areia, brejos, restingas, manguezais, lagunas, lagoas, cristas de praia e deltas fluviais; 3) Discutir os impactos ambientais nas paisagens naturais referentes a processos de sedimentação após obras em sistemas hídricos, tais como: diques artificiais, barragens, retificação de rios, construção de canais, abertura de barras, direcionamento de efluentes domésticos e industriais, ocupação de brejos, restingas e mangueais, e transposição de rios.

Palavras-Chave: Geomorfologia. Reologia. Erosão hídrica.

Número de vagas: 26

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MC 22: Trabalho de campo como recurso didático e educação geográfica no espaço urbano - 15/09 - 14h às 18h - Sala 129 Bloco A

Ministrante: Philipe Braga André; Lívia Pierotte Mello de Freitas

Resumo

Oscilando entre práticas voltadas à pesquisa científica e outras ligadas ao ensino, a realização de trabalhos de campo confunde-se com a própria formação e consolidação da Geografia enquanto ciência e disciplina escolar. Com as transformações teórico-metodológicas da ciência geográfica ao longo do tempo, o trabalho de campo ganhou contornos mais específicos enquanto recurso didático, perdendo o caráter de mera observação de fenômenos estudados em sala de aula para se tornar um instrumento que possibilita, além da própria observação, interação e construção de conhecimento. Nesse sentido, o presente minicurso objetiva discutir alguns aspectos fundamentais da realização de trabalhos de campo – a construção de conceitos geográficos, a dimensão multiescalar dos fenômenos estudados e a produção de conhecimento significativo pelos educandos. Por fim, objetiva-se construir colaborativamente com os participantes uma proposta de atividade de educação geográfica no espaço urbano a ser realizada na cidade de Campos dos Goytacazes-RJ no dia seguinte à realização da dimensão teórica do curso.

Palavras-Chave: Trabalho de campo. Ensino de Geografia. Espaço urbano.

ATENÇÂO: Os participantes deverão trazer uma prancheta.

Número de vagas: 26

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MC 23: “Trouxeste a chave?”: o texto literário na sala de aula - 15/09 - 14h às 18h - Sala 205 Bloco F

Ministrante: Analice de Oliveira Martins

Resumo:

O minicurso pretende discutir a formação do professor-leitor e as práticas metodológicas para abordagem do texto literário em sala de aula. Nesse sentido, serão apresentadas delimitações do conceito de “literatura” e suas fronteiras disciplinares, bem como serão discutidas a relevância e a pertinência da periodização literária. É também objetivo deste minicurso dimensionar a importância do conhecimento da literatura contemporânea para releitura do cânone literário, chegando inclusive ao debate sobre literatura e tecnologia, a partir dos seus modos de produção, leitura e circulação.

Palavras-Chave: Literatura. Sala de aula. Práticas metodológicas.

 

Número de vagas: 42

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MC 24: Elementos de Matemática Financeira - 15/09 - 14h às 18h - Sala 130 Bloco A

Ministrante: Carla Antunes Fontes

Resumo

Noções de Matemática Financeira são imprescindíveis para o adequado exercício da cidadania. O controle do orçamento é fundamental, seja no âmbito doméstico ou empresarial. Uma previsão de gastos minuciosa pode alavancar um negócio, enquanto sua confecção inadequada, sem levar em consideração itens importantes à composição, pode levar um empreendimento à falência. Alunos egressos da Educação Básica deveriam estar preparados para resolver situações financeiras que aparecessem em seu dia-a-dia. Porém, para isso os professores precisam estar aptos a abordar o conteúdo de Matemática Financeira de forma prática e eficaz. A formação dos professores em muitas instituições deixa a desejar, pelo fato deste conteúdo não fazer parte da grade curricular da maioria dos cursos de Licenciatura em Matemática. Neste minicurso será adotada a abordagem visual para apresentar o cálculo de valores gerados por juros compostos, bem como sua comparação com aqueles gerados por juros simples. As expressões algébricas serão desenvolvidas a partir dos conceitos de progressão aritmética (em juros simples) e progressão geométrica (no caso de juros compostos). Também serão comentados aspectos ligados ao cálculo dos vários índices de inflação (INPC, IPCA) e ao funcionamento de bolsas de valores. Explicar-se-á ainda alguns jargões próprios da Matemática Financeira, como a diferença entre taxa e índice, taxa nominal e efetiva, receita, custo, montante, lucro sobre venda e lucro sobre custo. Pretende-se orientar sobre o uso da calculadora científica ao longo de todo o minicurso, por meio da resolução conjunta de questões propostas. Todas as questões serão contextualizadas e versarão sobre situações variadas, desde o cálculo de prestações até “anúncios enganosos”, passando pelos erros mais comuns em Matemática Financeira.

Palavras-Chave: Matemática Financeira. Juros. Inflação.

ATENÇÃO: Os participantes deverão trazer calculadora, lápis e borracha.

Número de vagas: 40

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MC 25: Teorema de Pick e o cálculo de áreas - 15/09 - 14h às 18h - Multimídia 1

Ministrante: Mônica Souto da Silva Dias; Isabella Pereira; Silvana Leal da Silva; Suéllen Terra Fagundes dos Santos Fernandes

Resumo

O Teorema de Pick trata de uma expressão matemática para calcular a área de figuras planas inseridas numa malha quadrangular. Tal teorema não é abordado pela matemática escolar, entretanto, além de ser de fácil compreensão e aplicação, constitui uma oportunidade para trabalhar aplicações da Matemática em Geografia, explorando a interdisciplinaridade. Este minicurso tem por objetivo apresentar o Teorema de Pick numa perspectiva lúdica e investigativa, além de sua demonstração. As atividades propostas possibilitarão ao participante a dedução do Teorema de Pick por meio de experimentações e observação de regularidades. Será utilizado o recurso didático geoplano. Outras extensões do Teorema de Pick serão abordadas no minicurso.

Palavras-Chave: Teorema de Pick. Geoplano. Resolução de Problemas.

Número de vagas: 39

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MC 26: Uma Visão Geral sobre os Recursos da Linguagem de Programação Visual Scratch - 15/09 - 14h às 18h - Laboratório do Celif

Ministrante: Jefferson Manhães de Azevedo

Resumo

Este minicurso tem como proposta apresentar uma visão geral sobre os principais recursos e possibilidades de uso da linguagem programação visual Scratch. Scratch é uma linguagem de programação bastante visual e interativa que possibilita a criação de histórias interativas, animações, jogos, música e arte. Desenvolvida pelo Lifelong Kindergarten Group do laboratório de mídias do Massachusetts Institute of Technology (MIT), Scratch é acessível a pessoas de diferentes áreas de conhecimento e com vários níveis de escolaridade, sendo muito mais acessível que outras linguagens de programação, por se utilizar de uma interface gráfica que permite que programas sejam estruturados como blocos de montar. Com o Scratch é possível exercitar conceitos de lógica de programação, além de conteúdos tradicionais, como matemática, português, história, educação ambiental, etc. De maneira bastante simples e fácil, é possível combinar gráficos, fotos, música e sons gerando criações interativas, como jogos. A partir da manipulação dos atores e do uso das diferentes mídias é possível dar asas à imaginação criando atividades interativas e lúdicas que tratam os conteúdos tradicionais de uma maneira mais agradável e instigante para os estudantes. O que torna possível desenvolver projetos educacionais a partir de estratégias de aprendizagem mais inovadoras e motivadoras.

Palavras-Chave: Programação de Computadores. Scratch. Criação de Aplicativos Educacionais.

Número de vagas: 25

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MC 27: Preparo Corporal para as Artes da Cena - 15/09 - 14h às 18h - Sala 101 Laboratório Cenacam

Ministrante: Mônica Cristina Mesquita de Souza

Resumo

O Teatro é um campo de conhecimento da Arte no qual o corpo é instrumento e forma de expressão, através da representação física da ação. Assim, nas artes da cena em geral como no teatro, dança e circo, o corpo é elemento fundamental pois é usado tanto como suporte de criação, comunicação, quanto de expressão artística. É um corpo simbólico, representacional que extrapola os significados comuns do cotidiano. O preparo corporal e intervenção sobre a corporeidade constituem elemento base e parte fundamental no processo e criação nas artes da cena. O minicurso pretende abordar alguns aspectos teóricos e práticos de técnicas para que se possa trabalhar e intervir sobre esse corpo. Buscando uma expressividade cênica, para que o mesmo fique disponível para apresentação e suas representações, nas artes da cena e do espetáculo, inclusive no espaço escolar que será o foco do trabalho. Utilizando de práticas de alongamentos, aquecimentos, jogos de improvisação e criação de cenas. Aliando técnicas de teóricos, artistas e pesquisadores que pesquisam a intervenção sobre a corporeidade na cena e que trabalham com técnicas de preparo corporal na arte. Buscando a consciência corporal, o corpo expressivo, a presença cênica, estados de prontidão, de jogo na cena, no preparo do ator e no espetáculo. Elementos essenciais no estudo do corpo na cena, tanto no teatro, quanto na dança e no circo, dentro ou fora do espaço escolar.

Palavras-Chave: Preparo Corporal. Artes da Cena. Espaço Escolar.

ATENÇÃO: Os participantes deverão estar vestidos com roupas leves e confortáveis.

Número de vagas: 26

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MC 28: Introdução às técnicas do Teatro do Oprimido – Teatro Imagem e Teatro Fórum - 15/09 - 14h às 18h - Sala 201 Laboratório Cenacam

Ministrante: Céli do Nascimento Palácios; Tatiana de Oliveira Almeida

Resumo

O Teatro do Oprimido é um sistema de jogos e técnicas teatrais que visam eliminar situações de opressão. Criado durante a ditadura militar brasileira, ele começou a ser praticado com atores profissionais. Porém, o objetivo de Augusto Boal, seu criador, era que fosse praticado por qualquer pessoa com vontade de se expressar cenicamente. Segundo o autor, diretor, ator e teatrólogo, todos nós somos atores, porque temos a capacidade de observar e sermos observados. Este minicurso tem consiste na aplicação de jogos de integração, aquecimento corporal, improvisações e debates centralizando nas técnicas de Teatro Imagem e Teatro Fórum e tem como objetivo colaborar com a formação de licenciandos em qualquer área de conhecimento bem como a de docentes em formação continuada. Os jogos teatrais oferecidos nesta oficina estimulam a criatividade, a expressão corporal e promovem debates, buscando questionar a nossa pra’tica docente do dia-a-dia.

Palavras-Chave: Jogos teatrais. Formação docente. Opressão.

Número de vagas: 39

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MC 29: Introdução à Libras - 15/09 - 14h às 18h - Sala 114 Bloco A

Ministrante: Cristiaine Silva Ribeiro

Resumo

O minicurso Introdução à Libras visa despertar o interesse pelo aprendizado da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como segunda língua e difundir Língua de Sinais como uma forma de comunicação e expressão, proporcionando o conhecimento sobre a cultura surda e educação de surdos com o intuito de minimizar as barreiras da comunicação no âmbito educacional e social em que se encontra a pessoa surda, por meio do desenvolvimento prático que legitima a identidade surda. A metodologia de execução será desenvolvida por meio de atividades de capacitação e ensino, através de algumas ações: a primeira ação visa à capacitação dos interessados para o conhecimento do mundo do silêncio e acolhimento à pessoa surda; a segunda ação é o ensino da Libras com uso de recursos estratégicos diferenciados. Espera-se que os participantes, a partir desse novo conhecimento, busquem aprender mais sobre a cultura e a língua de sinais, se tornando um colaborador do processo de ensino e aprendizagem do surdo.

Palavras-Chave: Libras. Aprendizado. Inclusão.

Número de vagas: 50

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MC 30 Zika vírus e Chikungunya: novos desafios para a Saúde Pública -15/09 -14h às 18h - Sala 108 Bloco A

Ministrante: Allan da Silva Conceição; Ricardo Pessanha Quintanillha Filho; Desiely Silva Gusmão Taouil

Resumo

Os mosquitos, em geral, são vetores de uma ampla variedade de doenças infecciosas. A OMS estima que 2,5 bilhões de pessoas estão sob risco de serem infectadas pelo vírus da dengue e que haja cerca de 50 a 100 milhões de pessoas infectadas por ano. Em 2015, dois novos arbovírus chegaram ao território brasileiro, o Zika vírus e o causador da febre Chikungunya. O Zika vírus tem sido associado aos casos de microcefalia em bebês de mães que tiveram a doença. O mesmo vírus também tem sido relacionado ao aumento do número de casos da Síndrome de Guillain-barré. Ao mesmo tempo, a febre Chikungunya tem causado um grande número de hospitalização devido a febre alta e dor articular intensa. Na ausência de vacinas contra essas doenças, o combate ao mosquito Aedes aegypti tem sido a principal forma de se evitar novos casos das doenças. Apesar do país ser endêmico para a dengue em quase sua totalidade territorial, nota-se um grande desconhecimento da população quanto ao vetor desta doença. Em fevereiro de 2016, o Governo Federal e representantes de instituições e organizações públicas e privadas do país aderiram ao Pacto da Educação Brasileira contra o Zika. Este pacto tem incentivado ações de mobilização dentro das instituições de ensino, já que as mesmas detêm uma parcela importante da população. Acessar os alunos é acessar suas famílias e, portanto, atingir um grande número de pessoas. O IFF, desde 2008, tem se voltado para essas questões através do projeto de Extensão “Aedes aegypti: conhecer para combater”.  Este minicurso é uma ação do pacto e pretende fornecer informações sobre essas duas doenças que desafiam a saúde pública e sobre o vetor Ae. aegypti com o objetivo de torna-lo mais conhecido, para facilitar o seu controle.

Palavras-Chave: Aedes aegypti. Zika vírus. Febre Chikungunya.

 

Número de vagas: 39

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